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Semanário 7

Posted in Semanário 7 on 04/10/2008 by Carlos Eduardo

Carater de Deus essa semana: Bom

       Tivemos aula de “Compromisso e Aliança” com a Deise. Foi uma aula muito interessante e vou ressaltar algumas coisas que pra mim chamou mais a atenção. Um tempo antes da aula nós lemos o livro de Rute na bíblia, e nas aulas nós usamos a hisória de Rute como exemplo no assunto que seria ministrado. O ponto que mais me marcou foi o de quando Rute resolve ir com a sogra de volta para Israel, deixando para trás tudo o que tinha e era, deixando sua própria cultura em honra ao compromisso com a sogra, quando Orfa na mesma situação desiste e volta para seus deuses. O engraçado na história é que Rute marcou a história por causa dessa escolha de fidelidade, chegando a ser da decendencia do próprio Jesus, porém Orfa some da história quando decide desistir do seu compromisso.
        A definição que temos de aliança é: “Você é minha única opção”.
       Tivemos também a aula sobre “Reino de Deus” com o Pastor Professor Milton da Vineyard Piratininga. Vimos que o chamado de Deus não é geográfico, a geografia é apenas uma consequência do objetivo que Deus quer. Na oração jesus nos ensinou: “Venha à nós o vosso reino”, ou seja, nós pedimos para que o Reino dEle venha até nós, para que esperimentemos que ainda há de vir um dia.
       Ao contrário do que muitos pensam, a igreja não é o Reino de Deus, más é o instrumento do Reino de Deus.

Deus criou o homem para:
-> Relacionar-se com Ele;
-> Refletir a sua Glória;
-> Reproduzir sua imagem gerando filhos;
-> Enxer a Terra;
-> Governar a Terra.

O pecado deturpa o objetivo da criação e traz Resultados:
->Doenças;
->Afeta no físico;
->Afeta no emocional;
->Afeta no espiritual;
->Afeta nas relações;
->Afeta na justiça;
->Afeta na morte;

      Uma das coisas que me chamou a atenção nessa aula foi que espulsar demônio é o mais fácil, é só orar que ele vai embora, más o maior problema do mundo é relacionamento. Com Deus, consigo mesmo e com o próximo.
      Vivemos entre a inauguração até a consumação, ou seja, vivemos entre a criação e o fim. “O Reino de Deus está aqui, más não ainda”; George Ladd. Quando nós vemos sinais e prodígios de Deus aqui na Terra, nós apenas vemos o que está por vir, ou seja, quando Jesus voltar não haverá mais fome, morte, nem nada disso, e quando oramos e vimos essas coisas sendo eliminadas, vemos o Reino de Deus com a volta de Jesus agora, vemos um pouco do que será no futuro agora.
     
Temos também que ter ciência de que Deus não é a única influência na face da Terra. Muitas das coisas que acontecem no planeta pode sim vir de Deus, más nnão só dEle, como de nós mesmos trazendo consequências ruins pela nossa humanidade caída, ou pelo próprio maligno.

Deus, obrigado porque você não desiste de mim, e me ajuda a ter um compromisso maior contigo. Traga até nós o teu Reino cada vez mais intensamente, eu quero fazer parte de demonstrações do teu reino entre nós. No nome de Jesus. Amém

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Posted in Semanário 7 on 23/09/2008 by Carlos Eduardo

Carater de Deus essa semana: Misericordioso

 

Tivemos a aula de “Perdão” durante a semana. Pessoalmente posso dizer que foi incrivelmente libertador pra mim. Consegui enxergar que em toda minha vida sempre fui bastante aberto para perdoar ocasiões corriqueiras, porém na maioria das vezes, mesmo perdoando os outros, eu não me perdoava. “Perdoar, enquanto ato, implica em uma escolha de abrir mão de uma dívida emocional contra o outro. Enquanto processo, implica em trabalharmos nossas reações interiores até que a ofensa cometida deixe de ter importância para nós”.

Consegui entender que quando não há perdão há raiva / Ira = limite violado, não é pecado, quem é ferido quer ferir outras pessoas e a raiva se torna um peso quando remoído. A amargura é simplesmente tristeza alimentada.

Nestas aulas consegui compreender que alumas definições que eu tinha sobre perdão eram equivocas, como que o perdão fosse algo que servisse pra você ficar se “remoendo” após o ato, como se fosse algo prejudicial pra um dos lados. Más entendi que na verdade o momento pra pedir perdão e começar o processo do perdão que é mais dificil e requer sim abrir mão de coisas, porém após isso ao invés de ser ruim se torna muito melhor e mais agradável pra ambas as partes.

Na minha vida eu vivi situações que houve falta de perdão da minha parte, como o meu irmão mais velho. Quando eu era pequeno, eu brigava com meus irmãos de “porrada” mesmo, e isso gerou uma revolta dentro de mim quanto à eles. Isso custou 10 anos sem que eu falasse com eles informalmente. Na ocasião em que eu fui pra casa esses tempos atrás, eu tive minha 1ª conversa informal com o mais velho depois de 10 anos de silêncio e revolta. Isso pra mim é sim uma vitória e um gramde alívio.

Uma das questões abordadas foi a humildade. Vi que a humildade nada mais é do que concordar com a verdade e ser humilde é ter disposição por deixar ser conhecido por quem você é. Na minha cabeça, “humildade” era sinônimo de pobreza, ou quando uma pessoa se rebaixa mediante as outras, e compreendi que isso na verdade é orgulho, e de minhoca.

           O perdão é importante, pois é um resquisito para sermos perdoados (Mt 6:14-15), nos faz refletir o caráter de Deus (Mq 7:18), nos traz libertação a nível espiritual, emocional e físico (Sl 32:3) e é proteção para conflitos espirituais (Sl 103:3, Sl 32:3). Nós não fomos “projetados” para pecar e nosso corpo sofre as consequências disso. A falta de perdão dá legalidade para que o inimigo ataque nossas vidas e, como todo pecado, sempre afeta as pessoas ao nosso redor.

Também tem características, como: É um mandamento (Mt 6:15), é incondicional (você deve perdoar mesmo que a pessoa não reconheça), é uma atitude constante (Mt 18:21-35) e não depende de emoções.

Existem 4 tipos de perdão: de Deus para nós [(Sl 103:10-12) muitas vezes cometemos o mesmo pecado repetidamente e temos vergonha de voltar, arrependidos, a Deus. Não podemos nos esquecer de que o local mais seguro para estarmos é aos pés de Jesus], quando nós pecamos (Mt 5:23-24), quando pecam contra nós (Lc 17:3-4) e uns para com os outros (Ef 4:32).

Todo perdão também é direcionado, temos sempre que ter a ciência de quem estamos perdoamos e à quem devemos perdoar, como à Deus (Deus não falha conosco, mas em nossa limitação muitas vezes O julgamos e O culpamos por coisas que não queremos aceitar. Tem duas idéias que são imcompativeis: 1)Deus deveria intervir em todas as áreas de nossas vidas; 2)Todos nós devemos poder exercer o livre arbítrio, o atributo que nos confere a condição de seres humanos. Para evitar o sofrimento, Deus teria de violar o nosso livre arbítrio ou o daqueles, que intencionalmente ou não, nos ferem. Para gozarmos da liberdade que Ele nos deu, estamos igualmente sujeitos às consequências do exercício dela. Esta liberdade pode acarretar diversos problemas: Fazemos escolhas erradas e sofremos as consequências delas; fazemos escolhas erradas e causamos sofrimento a outros; outros fazem escolhas e nós sofremos por isso; todos nós sofremos por razões inexplicadas. Na realidade precisamos parar de culpar a Deus e julga-lO. Precisamos pedir-Lhe que nos perdoe pelo rancor e ressentimentos que abrigamos contra Ele. “Perdoá-Lo” por não sermos fisicamente como gostaríamos, por termos nascido na família “x”, etc…, etc…), aos pais (São as primeiras pessoas em nossas vidas, aqueles que mais deveriam nos amar e nos aceitar. Nem sempre é assim. Precisamos aceitar o fato de que fomos magoados por eles, e enfrentar as feridas. Exemplos de coisas que precisamos perdoar: abandono, rejeição, mentira, falta de amor, falta de bom exemplo, falta de diálogo ou companheirismo, falta de proteção, ausência {morte}, abuso verbal, emocional, sexual, etc. Não precisamos fingir ou esconder o fato de que fomos magoados. A verdade é que nos liberta.), aos irmãos, parentes, cônjuges ou ex-conjuges, autoridades (professores, pastores, líderes), nossos inimigos (Mt 5:43-48) e a nós mesmos (nenhuma forma de auto-punição pode apagar pecados ou erros. Somente o sangue de Cristo. É humildade aceitarmos aquilo que não pode ser mudado e também aceitarmos o perdão, estendendo graça a nós mesmos).

Temos que abordar o assunto de “Como devemos perdoar”, na minha opnião é muito importante sabermos o “como perdoar”. Identificar claramente quem e o que deve ser perdoado, rejeitar idéias de vingança (Rm 12:17-21), escolher perdoar (E reafirmar o perdão sempre que necessário), expressar verbalmente o perdão (Não devemos dizer “esquece, já passou, deixa pra lá”; é importante expressarmos o que a situação causou em nosso coração, sem acusar ou afirmar que a pessoa é seu erro. Um exemplo: Fulano, quendo você faz/fala tal coisa, eu me sinto dessa maneira.), voltar a começar a fazer o melhor possível para a pessoa, disciplinar o coração e a mente a não guardar ressentimentos, resistir ao diabo quando ele vier lhe acusar de não ter perdoado, reafirme o perdão e lembre-se de que ele é, também, um processo, interceder pela pessoa e abençoa-la em oração, voltar a fazer o melhor pela pessoa, abrindo as portas para um relacionamento, se for o caso. Todo relacionamento envolve o amor, respeito e confiança. Será um exercício restaurar esses fatores. Além de saber “como perdoar”, também devemos saber “como pedir perdão”. Identificar claramente a quem e o por quê deve pedir perdão, orar pedindo um maior entendimento da situação e arrependimento genuíno (II Co 7:8-10), confessar e pedir perdão a Deus (Sl 51:4-16), pedir que Deus vá a frente e prepare o coração da pessoa, ir à pessoa envolvida e pedir perdão, indo direto ao ponto, e sem se justificar (nada de “olha, eu fiz isso porque você fez aquilo”), aceitar o perdão, respeitar a pessoa no processo de restabelecer o relacionamento. Há um caminho para que o amor, o respeito e a confiança sejam restaurados e você deverá percorre-lo. O perdão, muitas vezes, envolve a restituição, que é o ato de devolver aquilo que foi tomado ou tirado ilegalmente. Isso é um mandamento e é importante que se faça pessoalmente (Lv 6:1-5, Ex 22:3-7, Pv 6:31).

 

 

 

 

Deus, obrigado porque você é fiél, valeu porque eu finalmente consegui entender que o Senhor já havia me perdoado e apenas o que faltava era que eu me perdoa-se. Valeu por abrir meu olhos. Te amo Deus. Amém